Roteirista e Escritora

Postagens com tag "amor"

O coração elástico

Posted by on Jan 31, 2012 in Crônicas | 0 comentários

O coração elástico

De todas as características que atribuem ao coração, a que mais me impressiona é a elasticidade: este sentir ou deixar de sentir, que movimenta a alma de tal maneira que provoca uma sensação de elasticidade lá dentro. E, feito uma mola que se instala, aprendemos a viver à espera de alguma nova emoção. Conta-se por aí que, quando a mola estica, os batimentos aceleram de tal forma que o impossível chega a nos acordar com beijos de bom-dia. A mola esticada nos deixa apaixonados,...

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A arte de esperar

Posted by on Jan 31, 2012 in Crônicas | 0 comentários

A arte de esperar

Uma das muitas coisas que a vida nos ensina é esperar. Talvez uma das mais difíceis lições nesta caminhada, porque está presente em todas as páginas de nossa história. Dizem que a maturidade nos deixa mais tranquilos e descolados no assunto. A crônica da semana discorda. Isso parece reflexão de quem não está realmente esperando por algo muito desejado. Por quanto tempo podemos esperar? Por uma eternidade? Até que a comida fique pronta? Por uma tarde inteira? Até chegar ao destino...

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Entre apegos e desapegos

Posted by on Jan 31, 2012 in Crônicas | 0 comentários

Entre apegos e desapegos

Em nossas histórias de vida, aprendemos a lidar com os mais diversos tipos de sentimento. E, pouco a pouco, vamos juntamos tropeços e saltos até construir um mosaico de sensações desconhecidas, que formam na alma um banco de dados das emoções que nos permitimos vivenciar. Dizem que o apego se parece com a afeição. E, cá entre nós, na maioria das vezes a gente se afeiçoa ao que nos é conhecido, seja uma situação, uma pessoa, seja um relógio, um cheiro ou um carro. Começamos com...

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No alto da gangorra

Posted by on Jan 31, 2012 in Crônicas | 0 comentários

No alto da gangorra

Foi uma mensagem de uma velha amiga que me deixou pensando, agora, na frente do computador em como se sofre por amor. E mesmo que não a conhecesse, sentir-me-ia solidária pelo sentimento de vazio que nos invade cada vez que percebemos que uma história chegou ao fim. Ela conta que a sensação que tem é daquelas pessoas que compram vinte raspadinhas e uma vem premiada com dois reais. Ela comemora a vitória com louvor. Mas, analisando friamente, investiu muito mais do que ganhou de retorno....

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