Roteirista e Escritora

Postagens com tag "história"

Aprendendo a pousar

Posted by on Jan 31, 2012 in Crônicas, Slideshow | 2 comentários

Aprendendo a pousar

A sala de embarque de um aeroporto é um cenário interessante para observar a movimentação das pessoas. Ali, sem muito esforço, algumas coisas interessantes podem acontecer. Foi assim que, enquanto o café expresso não ficava pronto, reparei na aglomeração de motivos que levam tantos de um lugar para qualquer outro no mundo. São milhares, todos os dias, que partem porque o peso do lugar onde estão não é mais suportável; porque tudo parece pequeno; porque tudo é maior do que o que...

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Pensando em estrelas

Posted by on Jan 31, 2012 in Crônicas | 0 comentários

Pensando em estrelas

Noite vazia aquela: perfeita para rasgar papéis antigos ao som de jazz. A tranquilidade na cadência das notas do saxofone apenas interrompida por um raio lá fora, seguido de um rojão em forma de trovão. A natureza encontra cada jeito de nos puxar pedindo atenção. Fechei o livro de lições de Florbela Espanca e decidi ficar sem som, escutando a música lá de fora. Puxei uma cadeira e fiquei acompanhando uma estrela perdida na chuva que caía. Uma estrela tomando banho de chuva, quem...

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A arte de esperar

Posted by on Jan 31, 2012 in Crônicas | 0 comentários

A arte de esperar

Uma das muitas coisas que a vida nos ensina é esperar. Talvez uma das mais difíceis lições nesta caminhada, porque está presente em todas as páginas de nossa história. Dizem que a maturidade nos deixa mais tranquilos e descolados no assunto. A crônica da semana discorda. Isso parece reflexão de quem não está realmente esperando por algo muito desejado. Por quanto tempo podemos esperar? Por uma eternidade? Até que a comida fique pronta? Por uma tarde inteira? Até chegar ao destino...

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No alto da gangorra

Posted by on Jan 31, 2012 in Crônicas | 0 comentários

No alto da gangorra

Foi uma mensagem de uma velha amiga que me deixou pensando, agora, na frente do computador em como se sofre por amor. E mesmo que não a conhecesse, sentir-me-ia solidária pelo sentimento de vazio que nos invade cada vez que percebemos que uma história chegou ao fim. Ela conta que a sensação que tem é daquelas pessoas que compram vinte raspadinhas e uma vem premiada com dois reais. Ela comemora a vitória com louvor. Mas, analisando friamente, investiu muito mais do que ganhou de retorno....

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